O contexto que envolve esta partida é a chave para essa seleção. Nada está definido no Grupo G. A equipe que vencer esse confronto praticamente assegurará uma das vagas para a fase de 16 avos de final e, por isso, é possível acreditar em um jogo com pelo menos 2 gols.
A Nova Zelândia fez uma partida surpreendente na estreia contra o Irã. Teve mais posse de bola (52% x 48%), finalizou mais vezes no alvo (8 x 4) e esteve duas vezes à frente do placar. No setor ofensivo, a principal ameaça da equipe é Chris Wood, que deu assistência para um dos dois gols marcados por Elijah Just.
No entanto, a seleção asiática buscou o empate, deixando evidentes as limitações técnicas dos neozelandeses. A seleção da Oceania permitiu 17 finalizações e um índice de gols esperados (xG) de 1,53.
O Egito teve um confronto ainda mais difícil, mas respondeu bem diante das circunstâncias. Os Faraós abriram o placar com Emam Ashour, após assistência de Mohamed Salah. Porém, permitiram o empate dos europeus no segundo tempo. O fato é que o Egito não se intimidou mesmo sendo o azarão do duelo: finalizou 14 vezes, sendo 3 no alvo, conquistou 7 escanteios e produziu um xG de 1,01.
Com jogadores como Salah e Marmoush no ataque, o Egito tende a ser muito perigoso ofensivamente. A expectativa é que pressione a Nova Zelândia e eventualmente consiga balançar as redes. No entanto, é difícil imaginar um jogo de domínio absoluto dos africanos, o que também abre espaço para que os neozelandeses contribuam para um confronto com mais de 1 gol.