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Criar Aposta - Irã x Nova Zelândia @ 7.00

O mercado de gols é uma opção de muito valor para este jogo. Apenas 1 dos 8 jogos disputados até agora na Copa do Mundo teve menos de 1,5 gols, e a expectativa é que Irã e Nova Zelândia mantenham a média de gols observada até aqui no torneio.

O principal responsável por isso deve ser o Irã. A seleção asiática está entre as 20 melhores do ranking da FIFA, alcançou as semifinais da Copa da Ásia e possui um elenco de qualidade superior. Em todos os 4 jogos disputados pela equipe em 2026 houve mais de 1,5 gols. Além disso, o time chega embalado por uma sequência de 3 vitórias consecutivas.

Nas Eliminatórias, o Irã liderou o Grupo A e marcou 19 gols em 10 partidas. Nessa amostragem, por exemplo, empatou por 2 a 2 com o Uzbequistão, outra seleção presente no Mundial. A principal referência ofensiva é o atacante Mehdi Taremi, que, com 10 gols, foi o vice-artilheiro das Eliminatórias Asiáticas.

A Nova Zelândia é uma equipe mais limitada e tende a atuar em bloco baixo. Em 2026, perdeu 3 dos seus 4 jogos, e em 2 deles houve mais de 1,5 gols: nas derrotas para Finlândia (2 a 0) e Haiti (4 a 0). Caso o Irã encontre um gol cedo, as chances de um placar mais elástico aumentam consideravelmente. Por outro lado, a principal esperança ofensiva dos neozelandeses é Chris Wood. O atacante do Nottingham Forest marcou 45 gols em 90 partidas pela seleção.

O contexto da partida é fundamental para essa projeção. Embora o Irã costume atuar em bloco mais baixo, a tendência para a estreia diante da Nova Zelândia é de uma postura mais propositiva. Por isso, projetar que os comandados de Amir Ghalenoei conquistarão pelo menos 4 escanteios parece bastante plausível.

Nas Eliminatórias para esta Copa do Mundo, o Irã manteve um volume ofensivo agressivo, registrando média superior a 5,5 escanteios por partida. Precisar de apenas 4 diante da Nova Zelândia representa uma exigência abaixo da média recente da equipe.

A seleção da Oceania costuma jogar sem a posse de bola, absorvendo pressão durante grande parte dos confrontos, o que a torna mais propensa a conceder escanteios. Contra a Inglaterra, no último amistoso antes da estreia no Mundial, a Nova Zelândia cedeu 8 escanteios. Antes disso, permitiu 5 diante do Haiti e 7 contra a Finlândia.

Principal jogador da seleção iraniana, Mehdi Taremi surge como uma aposta sólida no mercado de chutes ao gol. O atacante é experiente e já atuou em ligas importantes do futebol europeu, com destaque para sua passagem pelo Porto. Atualmente, defende o Olympiacos e vem de uma temporada com bons números.

Em 24 jogos pela liga grega, dos quais foi titular em 14, Taremi marcou 10 gols e registrou médias de 2,4 finalizações e 1,0 chute no alvo por partida.

Pela seleção iraniana, também foi decisivo. Marcou 3 gols em 5 jogos na Copa da Ásia e encerrou o torneio com médias de 3,2 finalizações e 1,4 chutes no alvo por partida. Já nas Eliminatórias, mesmo enfrentando adversários mais defensivos, manteve alto volume de tentativas e precisão nas conclusões.

Em 11 partidas, marcou 6 gols, registrando médias de 3,6 finalizações e 1,6 chutes no alvo por jogo. Além disso, acertou a meta adversária ao menos uma vez em 82% dos confrontos (9 de 11 partidas). Diante de uma Nova Zelândia que deve atuar mais recuada e considerando seu protagonismo recente, a projeção de ao menos 1 chute no gol parece bastante consistente.

Saman Ghoddos é uma peça fundamental no meio-campo do Irã. Atuando em uma faixa mais central do campo, exerce funções tanto de marcação quanto de construção das jogadas. Por isso, é um dos principais organizadores da equipe e costuma ser bastante visado pelos adversários.

Na última Copa da Ásia, Ghoddos foi titular em 5 dos 6 jogos e sofreu 11 faltas, média de 1,83 por partida. No confronto mais físico e disputado do torneio, contra o Japão, pelas quartas de final, sofreu 3 faltas, sendo constantemente parado para impedir os contra-ataques iranianos.

Nas Eliminatórias, sua média foi ainda superior: 1,91 falta sofrida por jogo. Além disso, sofreu 2 ou mais faltas em 8 dos 12 confrontos disputados.

Diante de uma Nova Zelândia que tem a imposição física como característica marcante, a tendência de Ghoddos superar essa linha de 2 faltas sofridas permanece estatisticamente favorável. Marko Stamenić e Joe Bell, dupla de volantes da seleção da Oceania, somaram média próxima de 2,0 faltas cometidas por partida nas Eliminatórias.

Feed de Dicas

Mais de 1,5 gols - Total de gols

7h atrás

Irã - 4+ escanteios

7h atrás

Mehdi Taremi - 1+ chutes no gol

7h atrás

Saman Ghoddos - 2+ faltas sofridas

7h atrás