Brasil vence o Haiti e tem mais escanteios
O Brasil chega pressionado pelo empate na estreia contra Marrocos e encontra o cenário ideal para reagir: adversário tecnicamente inferior, lanterna do grupo e tendência clara de bloco baixo.
A Seleção precisa vencer para não se complicar na chave e, de preferência, construir vantagem também no saldo. Isso aumenta a chance de um jogo com Brasil dominante desde cedo, controlando posse, território e volume ofensivo.
A parte dos escanteios conversa diretamente com esse roteiro.
Com Vini Jr. e Raphinha atacando os lados, Matheus Cunha podendo associar por dentro e laterais como Danilo e Douglas Santos dando apoio, o Brasil tem tudo para empurrar o Haiti para perto da própria área.
Esse tipo de pressão gera cruzamentos bloqueados, cortes da defesa e finalizações desviadas.
O Haiti até mostrou competitividade contra a Escócia, mas deve passar muito mais tempo se defendendo contra o Brasil, principalmente porque a Seleção deve buscar ataques em velocidade e jogadas rasteiras, caminho que já apareceu no gol de Vini na estreia.
Marrocos vence a Escócia e tem mais escanteios
O Marrocos chega muito forte para essa segunda rodada.
A equipe empatou com o Brasil na estreia, mostrou maturidade competitiva e agora pega uma Escócia que venceu o Haiti, mas deve adotar postura mais cautelosa diante de um adversário tecnicamente superior.
A vitória marroquina tem valor porque o time tem mais qualidade individual, mais recursos de construção e jogadores decisivos como Hakimi, Brahim Díaz, Saibari e Ounahi, todos capazes de acelerar o jogo e quebrar linhas.
O mercado de mais escanteios também faz sentido pelo provável desenho da partida.
O próprio Steve Clarke reconheceu que o Marrocos deve ter mais bola e que a Escócia precisará competir no limite, podendo até mudar estrutura para uma linha mais protegida.
Isso favorece um jogo de Marrocos rondando a área, usando Hakimi e Mazraoui pelos lados, Brahim Díaz entrelinhas e Saibari atacando espaços.
Mesmo que a Escócia tenha força em bolas diretas com Robertson, McGinn e McTominay, a tendência de controle territorial é marroquina, e isso fortalece a combinação entre vitória e maior número de escanteios.